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Ministro Celso Sabino participa da inauguração de Usina da Paz em Bragança (PA)

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A cidade de Bragança (PA) ganhou nesta terça-feira (08/07) um novo impulso ao turismo, com a inauguração da Usina da Paz (UsiPaz). O espaço multifuncional oferece mais de 70 serviços gratuitos à população, incluindo arena multiuso e ampla praça de eventos, o que projeta o município como destino estratégico do turismo de eventos. A cerimônia teve a presença dos ministros do Turismo, Celso Sabino; das Cidades, Jader Filho, e do governador do Pará, Helder Barbalho, entre outras autoridades.

A nova UsiPaz é a 15ª unidade entregue pelo Governo do Estado no âmbito do programa Territórios Pela Paz (TerPaz). Com uma estrutura moderna, o complexo proporciona atendimentos de saúde, educação, assistência social, cidadania, cultura, esporte e lazer. A infraestrutura do espaço voltada à realização de grandes eventos tem potencial para atrair feiras, festivais, congressos e outros encontros que movimentam a cadeia turística regional.

“O turismo é também um vetor de transformação social. Com a arena da UsiPaz, Bragança poderá receber festivais, feiras e eventos culturais que movimentam a economia local e geram empregos para a população”, afirmou o ministro Celso Sabino. “Essa entrega representa a união de políticas públicas de cidadania com o fomento ao turismo sustentável na Amazônia”, completou o ministro do Turismo.

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O ministro das Cidades, Jader Filho, também destacou o impacto positivo da obra. “Essa entrega mostra que é possível investir com qualidade nas regiões mais distantes, com foco em dignidade, cidadania e desenvolvimento. O turismo é uma alavanca para isso, e hoje nós temos um grande trabalho pelo turismo no governo do presidente Lula”, declarou.

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Já o governador Helder Barbalho enfatizou que o novo espaço amplia as possibilidades econômicas e culturais da região. “A Usina da Paz é mais do que um prédio, é um espaço de oportunidades. Aqui, as pessoas vão poder estudar, se capacitar, cuidar da saúde e, também, viver a cultura da nossa terra. E com a nova praça de eventos, estamos abrindo as portas de Bragança para o Brasil e o mundo”, disse o governador.

A solenidade de inauguração contou ainda com a presença da vice-governadora do Pará, Hana Ghassan; do prefeito de Bragança, Mário Júnior; do secretário estadual de Turismo, Eduardo Costa; dos deputados estaduais Victor Dias, Zeca Pirão, Renato Oliveira e Gustavo Sefer, além de diversas autoridades da região Nordeste do Pará.

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FORTALECIMENTO – A Usina da Paz de Bragança passa a ser referência não apenas em serviços públicos, mas também como infraestrutura essencial à promoção de eventos de grande porte. A inauguração do espaço nesta terça-feira teve ainda programação cultural e atrações locais, mobilizando representantes do setor turístico e lideranças comunitárias. A iniciativa contribui para o fortalecimento do turismo regional e reforça o protagonismo do Pará na preparação da COP 30, que ocorrerá no mês de novembro de 2025, em Belém.

Por Cléo Soares

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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Fonte: Ministério do Turismo

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BRASIL

Presidente sanciona Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (16/9), a lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). O principal objetivo é ampliar a agregação de valor em território nacional, estimulando a pesquisa e a lavra, bem como o beneficiamento, a transformação e a mineração urbana. A medida visa garantir a soberania sobre o uso desses recursos naturais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e social do país.

A iniciativa busca, ainda, criar condições para que minerais considerados críticos ou estratégicos contribuam para a industrialização, a inovação tecnológica, a segurança energética e tecnológica, a sustentabilidade e o desenvolvimento regional. 

A política prevê mecanismos de financiamento e de incentivos fiscais para estimular a agregação de valor, exigindo das empresas investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), cumprimento de contrapartidas socioambientais e uso de produtos e mão de obra locais, além de outras exigências.

CONSELHO NACIONAL — A lei também cria o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), órgão vinculado à Presidência da República, que será o principal espaço de coordenação, planejamento e acompanhamento da PNMCE. O Conselho deverá reunir representantes do Executivo Federal, dos demais entes federativos, do setor privado e da academia. 

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O presidente Lula também assinou o decreto que regulamenta a estrutura, o funcionamento e as competências do CIMCE. Entre as atribuições do Conselho está a formulação do Plano Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, instrumento que deve orientar as prioridades nacionais para o setor. 

O CIMCE também atuará na seleção e habilitação de projetos, podendo aprovar e habilitar aqueles considerados prioritários, além de participar da análise e homologação de determinadas reorganizações e mudanças de controle societário relacionadas aos ativos minerais. 

Caberá ao Conselho, ainda, definir e atualizar a lista de minerais críticos e estratégicos, permitindo que a política acompanhe mudanças tecnológicas, econômicas, geopolíticas e industriais. O CIMCE terá outras atribuições, entre elas a de definir diretrizes para a aplicação de recursos destinados à diversificação econômica dos territórios impactados pela atividade mineral. 

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Ao mesmo tempo, a lei preserva as competências da Agência Nacional de Mineração (ANM), mantendo suas atribuições regulatórias, fiscalizatórias e de outorga.

CRÉDITO FISCAL — Com o objetivo de estimular e fortalecer as etapas da cadeia produtiva que transformam o recurso mineral em produtos de maior conteúdo tecnológico e econômico, a lei cria o Programa Federal de Beneficiamento e Transformação de Minerais Críticos e Estratégicos (PFMCE). 

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Com ele, as empresas poderão transformar em crédito fiscal até 20% de seus gastos com beneficiamento, transformação e mineração urbana. O programa terá limite fiscal de R$ 1 bilhão por ano entre 2030 e 2034, e os projetos deverão ser previamente aprovados pelo CIMCE.

FUNDO GARANTIDOR — A política também cria o Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), visando reduzir riscos e ampliar a capacidade de investimento no setor. O FGAM poderá receber aporte de até R$ 2 bilhões da União, além de recursos de estados, municípios e entes privados.

PESQUISA E RASTREABILIDADE — Na lei, constam instrumentos para aproximar o setor mineral de universidades, startups, instituições científicas e centros de pesquisa por meio da Rede Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Formação Profissional em Minerais Críticos e Estratégicos (RNMCE). O projeto prevê mecanismos de rastreabilidade da cadeia produtiva, abrangendo origem, licenças ambientais, outorgas, transporte e reciclagem, inclusive na mineração urbana. 

ESTRUTURA DO CIMCE — A estrutura do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE) tem em sua composição três instâncias de atuação: 

Pleno – instância superior de formulação de política, orientação estratégica, planejamento e deliberação normativa do Conselho, composto por: Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, presidente do conselho; Ministro de Estado de Minas e Energia; Chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Ministro de Estado da Agricultura e Pecuária; Ministro de Estado da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos; Ministro de Estado da Secretaria Geral da Presidência da República; Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Ministro de Estado da Fazenda; Ministro de Estado do Planejamento e Orçamento; Ministro de Estado das Relações Exteriores; Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministro de Estado da Defesa; Ministro de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

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Também participam com direito a voto um representante legal dos estados e do Distrito Federal, um representante dos municípios, dois representantes do setor privado e um representante de instituições de ensino superior. Tais membros e seus suplentes serão designados pelo presidente do Conselho e possuem mandato de dois anos.

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Comitê Executivo – grupo responsável pela aprovação, classificação e priorização dos projetos submetidos ao CIMCE, composto por um representante de cada um dos órgãos: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que o presidirá; Casa Civil da Presidência da República; Ministério de Minas e Energia; Ministério da Fazenda; Ministério do Planejamento e Orçamento; Ministério das Relações Exteriores; Ministério da Defesa; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; e Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Secretaria Executiva – responsável, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços como estrutura técnico-administrativa, pela organização dos trabalhos e pela coordenação da instrução das matérias submetidas ao Pleno e ao Comitê Executivo. Suas principais atribuições compreendem: Cadastro e Habilitação de Projetos; Política, Fomento e Parcerias; e Triagem de Investimentos. 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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