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MJSP apresenta sistemas de registro e gestão de ocorrências policiais a Minas Gerais

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Belo Horizonte, 25/03/2025 – A adoção de ferramentas tecnológicas no combate ao crime organizado e na segurança dos torcedores nos estádios de Minas Gerais (MG) foi um dos temas da reunião do Conselho de Defesa Social de Minas Gerais, nessa segunda-feira (24), na capital Belo Horizonte. Os membros do colegiado debateram a adoção de soluções desenvolvidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e já adotadas em 14 unidades da Federação.

Durante o encontro, a diretora de Gestão e Integração de Informações (DGI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Vanessa Fusco, apresentou as funcionalidades do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp): Procedimento Policial Eletrônico (PPE) e Central de Atendimento e Despacho (CAD).

“A adoção pelos estados significa um salto em modernização de infraestrutura tecnológica, redução de custos, aprimoramento da gestão da segurança pública, com o objetivo de proporcionar atendimento mais ágil e eficaz à população”, avaliou Vanessa. Segundo ela, a adesão ao Sinesp PPE e ao CAD possibilita que as forças de segurança naveguem em um ambiente mais seguro, moderno e eficiente, alinhado às melhores práticas nacionais e internacionais.

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Reuniões técnicas

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O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, defendeu a realização de reuniões técnicas entre a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MG) e a DGI para debater quais seriam as possibilidades de implementação das ferramentas no âmbito da segurança pública do estado.

Também participaram da reunião o secretário de Justiça e Defesa Social de Minas Gerais, Rogério Greco; o secretário-geral do estado, Marcel Dornas Beghini; o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia; e a chefe da Polícia Civil, Letícia Gambogi.

Sinesp PPE

O Sinesp PPE permite aos profissionais da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros registrarem ocorrências de forma integrada, possibilitando o acesso a diversas bases de dados. O sistema disponibiliza para a Polícia Civil o despacho homologatório dos boletins de ocorrência e a lavratura dos demais procedimentos, além da gestão cartorária e compartilhamento e uso de dados e informações registrados pelos entes federados participantes no âmbito das três forças.

Sinesp CAD

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O Sinesp CAD é um sistema integrado destinado à gestão eficaz de ocorrências em segurança pública. Ele dá agilidade à comunicação entre centrais de comando e unidades operacionais. Dessa maneira, a ferramenta permite um despacho mais rápido e coordenado de recursos em casos de emergência, melhorando, assim, a resposta e eficácia das ações.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MME abre consulta sobre regras de comercialização, armazenamento e mercado livre de energia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (24/8), consulta pública para receber contribuições sobre a minuta de decreto que atualiza as regras de comercialização e de exploração dos serviços e instalações de energia elétrica. O texto adapta os Decretos nº 5.163/2004, nº 2.655/1998 e nº 5.177/2004 às mudanças introduzidas pela Lei nº 15.269/2025 e prepara a regulamentação para a abertura integral do mercado de energia.

A consulta ficará aberta por 45 dias. A iniciativa integra a implementação da reforma do setor elétrico e submete ao debate público tanto os ajustes exigidos pela nova legislação quanto outros pontos relevantes para o funcionamento do mercado. Consumidores, empresas, entidades setoriais e órgãos públicos poderão apresentar contribuições para o aperfeiçoamento da proposta.

Entre os principais temas, a minuta coloca em discussão a flexibilização da regra que exige de consumidores e distribuidoras a contratação da totalidade de sua carga. Também propõe critérios para a comprovação de lastro de venda em contratos bilaterais de agentes armazenadores, revê as diretrizes para os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e permite reavaliar a periodicidade da contabilização e da liquidação do Mercado de Curto Prazo (MCP).

Mercado livre e armazenamento

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Na frente de abertura do mercado, a proposta atualiza os prazos de migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e de retorno ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR) dos consumidores atendidos em tensão igual ou superior a 2,3 kV. O texto também trata da dispensa de comprovação de lastro pelo supridor de última instância, agente responsável por assegurar o atendimento ao consumidor em situações excepcionais, e reabre a discussão sobre o enquadramento do consumidor parcialmente livre.

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O armazenamento de energia passa a ser incorporado de forma expressa à regulamentação. A minuta cria, na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a classe dos armazenadores autônomos na categoria de comercialização e prevê representação obrigatória para os agentes que comercializarem energia. Também permite que as condições gerais de acesso à rede contemplem requisitos de controle, capacidade, flexibilidade e armazenamento.

Para os supridores de última instância, a proposta determina a contabilização separada de despesas e custos. O texto ainda incorpora os novos limites legais de revisão da garantia física, inclui a flexibilidade entre as formas de contratação

de reserva de capacidade e retira o prazo mínimo de suprimento da energia proveniente de novos empreendimentos de geração.

Preços, encargos e contratação das distribuidoras

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A minuta também revê regras de encargos e operação. Entre elas está a alocação dos Encargos dos Serviços do Sistema (ESS) de natureza elétrica conforme o consumo medido do autoprodutor, em alinhamento ao Acórdão nº 1.631/2026 do plenário do Tribunal de Contas da União (TCU). A proposta prevê ainda a cobertura, pelo ESS, de cortes de geração provocados por indisponibilidade externa ou por razões de confiabilidade elétrica, nos termos da legislação.

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Para as distribuidoras, o texto torna obrigatória a participação no Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD) antes dos leilões de energia. O mecanismo permite que as empresas compensem entre si sobras e déficits contratuais antes de recorrer a novas compras. Também estão em discussão a simplificação do critério usado na apuração da exposição contratual, o submercado de entrega dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) e o uso da origem da demanda, como reposição, recuperação ou crescimento do mercado, para definir se a contratação será feita em leilões de energia existente ou nova.

A revisão inclui ainda novas definições para autoprodutor, armazenador e supridor de última instância, novos parâmetros para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o cálculo do PLD e o compartilhamento, entre consumidores dos mercados regulado e livre, dos efeitos financeiros da sobrecontratação ou da exposição involuntária das distribuidoras decorrentes da migração de consumidores.

Acesse aqui o Portal de Consulta Pública do MME.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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