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Uber abre 100 vagas para engenharia e quer dobrar equipe de tecnologia

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Uber abre 100 vagas para engenharia e quer dobrar equipe de tecnologia
Lorena Amaro

Uber abre 100 vagas para engenharia e quer dobrar equipe de tecnologia

A Uber anunciou nesta quinta-feira (12) contratações para equipe de Engenharia no Brasil. Até o fim de 2022, o objetivo da empresa é que seu Centro de Tecnologia passe de cem para 250 profissionais.

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As cem novas vagas já estão abertas e são destinadas principalmente para a equipe de Tecnologia focada em desenvolvimento de soluções para pedidos por meio da plataforma, em especial, o serviço integrado ao aplicativo Uber que permite aos usuários realizar compras de mercado e em outros varejos. As inscrições podem ser feitas pelo site  https://www.uber.com/br/pt-br/careers/. Outras 50 vagas foram anunciadas no início do ano.

As novas funções ficarão baseadas na nova sede da Uber no Brasil, em Osasco (SP). A empresa adotou o modelo de trabalho híbrido, em que os funcionários precisam trabalhar de maneira presencial apenas em alguns dias da semana. No caso da Engenharia, os profissionais podem optar por trabalhar de forma 100% remota.

O chefe do Centro de Tecnologia da Uber no Brasil, Rafael Pereira, afirma que um dos aspectos mais interessantes de se trabalhar na área de Tecnologia da Uber é que os times são realmente integrados a vários outros países do mundo.

“Ao mesmo tempo que estamos lançando novas ferramentas no aplicativo de viagens, alguém está pensando na integração com um aplicativo de delivery e outro time está trabalhando na interface que o app precisa ter para prestar serviços corporativos”, detalha ele.

Processo seletivo online

O processo seletivo será totalmente on-line e está aberto para profissionais de todo o país.

Para quem quiser saber mais sobre os projetos desenvolvidos pelo Tech Center da Uber no Brasil, a empresa também está organizando um encontro no dia 26 de maio, às 19h. O bate-papo informal para contar sobre os desafios da equipe de Tecnologia focada em desenvolvimento de soluções para pedidos. As inscrições podem ser feitas  pelo link.

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IFood pode ser multado em R$ 60 milhões por práticas anticompetitivas

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IFood pode ser multado em R$ 60 milhões por práticas anticompetitivas
Sophia Bernardes

IFood pode ser multado em R$ 60 milhões por práticas anticompetitivas

O plenário do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve analisar uma investigação da Superintendência-Geral (SG) do órgão que apura se houve falta de notificação à autarquia sobre a compra da plataforma de delivery Pedidos Já para o IFood em 2018.

A operação envolve a empresa controladora do IFood, o grupo de investimentos Naspers, e a DeliveryHero, empresa alemã do setor que atuava no Brasil como Pedidos Já.

Caso a maioria dos conselheiros do Cade entenda que a notificação era obrigatória e que houve omissão ao órgão que fiscaliza a concorrência, podem ser aplicadas multas de R$ 60 mil a R$ 60 milhões. O órgão também pode decidir pela nulidade da operação.

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Em nota técnica, a Superintendência-Geral apontou que as empresas deveriam ter notificado o Cade em pelo menos uma das quatro operações de compra do capital social da Delivery Hero feitas entre 2017 e 2018. A quinta operação, que a representou aquisição de 13% da empresa, foi notificada e aprovada pelo Cade.

Segundo análise da SG, as empresas deveriam ter notificado a operação por atenderem o requisito de faturamento mínimo previsto na lei da concorrência e pela forma como a compra das ações ocorreu. No documento, a SG pontua que as empresas poderiam ser penalizadas por “gun jumping”, um termo que descreve a situação em que as empresas concluíram o negócio antes da hora, ou seja, antes da análise obrigatória pelo órgão antitruste.

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No processo, as empresas envolvidas informaram ao Cade que entendem que não era necessário notificar o Cade da operação porque a subscrição primária de ações, forma como parte da venda de ações foi realizada, não seria abarcadas pela lei de concorrência, visão contrária à da SG.

Outro ponto levantado pelas empresas é de que a Delivery Hero não preencheria o requisito mínimo de faturamento previsto na lei para que a operação necessitasse de notificação.

Segundo resposta ao Cade, a empresa entendeu que a Rocket Internet, que tem como subsidiária a Global Online Takeaway Group, que por sua vez era acionária do Delivery Hero, não faria parte do mesmo grupo econômico. Dessa forma, não atingiria o faturamento mínimo exigido para uma análise do Cade. Na visão da SG, as empresas são parte do mesmo grupo e portanto, teriam faturamento para que a análise do Cade fosse necessária.

A lei determina que em caso de não notificação de uma operação que deveria passar por análise do órgão, a Superintendência-Geral deve abrir uma investigação sobre o processo. Essa apuração já foi enviada para o tribunal, que deve decidir se pune ou não as empresas.

Na nota técnica, a SG recomendou que as empresas notifiquem o Cade por uma das compras acionárias feitas em maio de 2017, quando a Naspers adquiriu 7,8% do capital social da Delivery Hero.

A Superintendência-Geral ainda recomendou a aplicação de multa “pelo fato de ela representar um ato de concentração não notificado e consumado antes de apreciado pelo Cade”.

A divisão holandesa da Naspers, a Prosus, foi procurada e afirmou que opera no mundo todo seguindo as leis antitruste e está “desapontada” que o Cade levou o caso para análise do tribunal. “Nós estamos desapontados que o Cade levou nosso caso, relacionado aos requerimentos do nosso primeiro investimentos no Delivery Hero em 2017, para avaliação do tribunal. Nós seguimos confiantes de que a lei será seguida e o resultado será favorável a Naspers”, disse em nota.

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