Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CARLINDA

EDUCAÇÃO

Enem 2025: declaração permitirá matrícula na educação superior

Publicado em

 Na sexta-feira, 30 de janeiro, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizará a declaração de atendimento às condições de certificação. O documento, a ser publicado na Página do Participante, permitirá a pré-matrícula em instituições de educação superior aos participantes que buscam a certificação de conclusão do ensino médio a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025.  

Pela primeira vez, a certificação do ensino médio, obtida pela participação no Enem 2025, poderá ser utilizada na edição subsequente dos processos seletivos do Ministério da Educação (MEC): no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que já concluiu o processo de inscrições; no Programa Universidade para Todos (Prouni), com inscrições abertas até 29 de janeiro; e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que abrirá inscrições entre 3 e 6 de fevereiro.  

O documento, emitido previamente ao certificado de conclusão do ensino médio, permitirá a pré-matrícula dos participantes que, além de alcançarem os critérios para certificação, também se enquadrarem nos pré-requisitos e prazos estabelecidos pelas instituições de ensino. 

Leia Também:  MEC marca presença em feira de diversidade alimentar

Para obter a certificação de conclusão do ensino médio pelo Enem, é preciso ter mais de 18 anos na data da prova e ter alcançado, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, bem como obter, pelo menos, 500 pontos na redação. 

Advertisement
Saiba Mais

Certificação digital – Já a certificação digital de conclusão do ensino médio estará disponível a partir de 2 de março, por meio de sistema a ser disponibilizado no portal do Inep, para a emissão oficial do certificado de conclusão do ensino médio aos participantes. A certificação é emitida pelos institutos federais. A novidade vai facilitar a entrega do certificado ao participante, que não precisará ir até a sede da instituição, além de possibilitar o acesso à educação superior no mesmo ano da certificação.   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

Advertisement
Saiba Mais
Advertisement

EDUCAÇÃO

Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência

Published

on

A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026

A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782. 

No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas. 

A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios. 

Advertisement
Saiba Mais

Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso. 

Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade. 

Leia Também:  Capes lança edital para estudantes estrangeiros

Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”. 

Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações. 

A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais. 

Advertisement
Saiba Mais

A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade. 

“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”. 

Leia Também:  Entregue nova creche do governo federal em Águas Lindas de Goiás

Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência. 

A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção. 

No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades. 

A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão. 

Multimídia

Advertisement
Saiba Mais
 Assista ao vídeo:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

Advertisement
Saiba Mais
Continue Reading

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

POLÍTICA MT04/09/2026

Realidades do interior podem inspirar reportagens para o Troféu Parlamento

As diferentes realidades dos municípios de Mato Grosso podem render boas pautas para a segunda edição do Prêmio ALMT de...

POLÍTICA MT03/09/2026

Cultura, memória e cidadania marcam atividades do Instituto Memória no primeiro semestre de 2026

A valorização da história, da cultura e da cidadania marcou as ações desenvolvidas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)...

POLÍTICA MT02/09/2026

CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as...

POLÍTICA MT02/09/2026

Comissão de Saúde intensifica fiscalização de hospitais e obras no primeiro semestre

A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) atuou, no primeiro semestre de...

CARLINDA01/09/2026

Influenciadora de Carlinda e Alta Floresta realiza sonho na Neo Química Arena e entrevista grandes nomes do futebol brasileiro

A influenciadora digital, ex professora e empresária Daiana Perez, natural de Carlinda, no norte de Mato Grosso, viveu um momento...

POLÍTICA MT01/09/2026

Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato...

CARLINDA31/08/2026

Trator de mais de R$ 212 mil leva trabalho de Flavinha ao Assentamento Pinheiro Velho, em Carlinda

O trabalho desenvolvido por Flavinha para a agricultura de Carlinda chegou diretamente ao Assentamento Pinheiro Velho, que recebeu um trator...

CARLINDA

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA