Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CARLINDA

EDUCAÇÃO

Pé-de-Meia participa da ação Governo do Brasil na Rua no RJ

Publicado em

O Ministério da Educação (MEC) estará presente no Rio de Janeiro para participar das ações do Governo do Brasil na Rua, onde prestará atendimentos sobre o Programa Pé-de-Meia. A iniciativa, que ocorre nesta sexta-feira, 20 de março, reúne diversos órgãos federais e oferta serviços públicos gratuitos, facilitando o acesso da população a direitos, programas sociais e atendimentos essenciais. As atividades serão realizadas das 9h às 17h (horário de Brasília) na Avenida Dom Hélder Câmara, nº 1184, PAC de Manguinhos, e não é necessário realizar agendamento prévio. 

O Pé-de-Meia é um programa voltado a estudantes de baixa renda e oferece incentivo financeiro, na modalidade de poupança, para que eles permaneçam nas escolas, concluam os estudos e participem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No espaço dedicado ao MEC, a iniciativa ganha destaque pelo seu papel na democratização do acesso à educação e na redução das desigualdades sociais no país, já que, atualmente, mais de 4 milhões de adolescentes em todo o país são beneficiados. 

Durante a ação, equipes do MEC estarão disponíveis para atendimento direto às famílias com orientação sobre os critérios de participação do programa e esclarecimentos sobre seu funcionamento, por meio de jogos interativos. Também serão distribuídos materiais informativos sobre os direitos dos estudantes ao benefício, reforçando o compromisso do MEC com a promoção da mobilidade social por meio da educação. 

Leia Também:  Mais Professores promove qualificação e valorização do magistério

Estão previstas 30 ações em diferentes regiões do país. O Governo do Brasil na Rua já passou por Brasília, São Paulo, Macapá, Campo Grande, Goiânia, Vitória, Natal e Teresina, consolidando-se como uma estratégia de aproximação do Estado com a população e de fortalecimento da participação social. A ação é coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), em articulação com ministérios e órgãos federais. 

Advertisement
Saiba Mais

Governo do Brasil na RuaA ação é uma estratégia de interiorização das políticas públicas federais, levando informações e serviços essenciais diretamente às famílias, com foco especial nas comunidades de maior vulnerabilidade. Entre os serviços disponíveis estão atendimento de saúde, verificação de pressão arterial, vacinação, oficinas de qualificação profissional, apoio ao empreendedorismo, emissão de documentos e orientações sobre programas sociais, além de atividades culturais e de cidadania.  

O Governo do Brasil na Rua é uma ação interministerial coordenada pela SGPR, que reúne diversos órgãos federais e parceiros. Integram a iniciativa o MEC; o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); o Ministério das Mulheres (MM); o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP); o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); o Ministério da Previdência Social (MPS); a Secretaria de Comunicação Social (Secom); o Ministério da Saúde (MS); o Ministério da Cultura (MinC); o Serviço Social da Indústria (Sesi); o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e a Caixa Econômica Federal.  

Leia Também:  Aberto período de adesão de instituições ao Prouni 2026

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SGPR 

Fonte: Ministério da Educação

Advertisement
Saiba Mais
Advertisement

EDUCAÇÃO

Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência

Published

on

A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026

A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782. 

No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas. 

A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios. 

Advertisement
Saiba Mais

Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso. 

Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade. 

Leia Também:  Sisu 2026: instituições iniciam convocação da lista de espera

Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”. 

Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações. 

A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais. 

Advertisement
Saiba Mais

A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade. 

“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”. 

Leia Também:  Mais Professores promove qualificação e valorização do magistério

Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência. 

A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção. 

No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades. 

A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão. 

Multimídia

Advertisement
Saiba Mais
 Assista ao vídeo:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

Advertisement
Saiba Mais
Continue Reading

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

POLÍTICA MT04/09/2026

Realidades do interior podem inspirar reportagens para o Troféu Parlamento

As diferentes realidades dos municípios de Mato Grosso podem render boas pautas para a segunda edição do Prêmio ALMT de...

POLÍTICA MT03/09/2026

Cultura, memória e cidadania marcam atividades do Instituto Memória no primeiro semestre de 2026

A valorização da história, da cultura e da cidadania marcou as ações desenvolvidas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)...

POLÍTICA MT02/09/2026

CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as...

POLÍTICA MT02/09/2026

Comissão de Saúde intensifica fiscalização de hospitais e obras no primeiro semestre

A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) atuou, no primeiro semestre de...

CARLINDA01/09/2026

Influenciadora de Carlinda e Alta Floresta realiza sonho na Neo Química Arena e entrevista grandes nomes do futebol brasileiro

A influenciadora digital, ex professora e empresária Daiana Perez, natural de Carlinda, no norte de Mato Grosso, viveu um momento...

POLÍTICA MT01/09/2026

Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato...

CARLINDA31/08/2026

Trator de mais de R$ 212 mil leva trabalho de Flavinha ao Assentamento Pinheiro Velho, em Carlinda

O trabalho desenvolvido por Flavinha para a agricultura de Carlinda chegou diretamente ao Assentamento Pinheiro Velho, que recebeu um trator...

CARLINDA

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA