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SAÚDE

Conheça os Serviços de Cuidados Especializados para Doenças Raras no SUS

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No Brasil, estima-se que aproximadamente 13 milhões de pessoas vivam com alguma condição rara. Para atender essa população, o Ministério da Saúde investe desempenha um papel fundamental no cuidado e na assistência especializada. 

Entre as principais ações da pasta, destacam-se a instituição da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, a incorporação de novas tecnologias e medicamentos voltados para o tratamento de doenças raras e o esforço contínuo na estruturação de uma linha de cuidado especializada, que envolve desde a atenção primária até os serviços de alta complexidade. 

A pasta também promove ações de conscientização e informação para a sociedade, incentivando pesquisas e parcerias com instituições nacionais e internacionais para ampliar o conhecimento sobre a temática e oferecer suporte às famílias e pacientes. 

“Essas iniciativas reforçam o compromisso do governo em garantir um atendimento mais humanizado, acessível e eficaz para as pessoas com doenças raras, promovendo maior inclusão e qualidade de vida”, afirma Natan Monsores de Sá, Coordenador-Geral de Doenças Raras. 

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Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR)

A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras tem como objetivo reduzir a mortalidade, melhorar a qualidade de vida e promover ações de prevenção, detecção precoce, tratamento adequado, redução de incapacidades e cuidados paliativos.

A política estabelece diretrizes para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). Abrange tanto doenças raras de origem genética, como anomalias congênitas ou tardias, deficiência intelectual e erros inatos do metabolismo, quanto doenças de origem não genética, incluindo condições infecciosas, inflamatórias e autoimunes.

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A estruturação da linha de cuidado dentro do SUS permite a integração entre a Atenção Primária e Especializada, garantindo um fluxo assistencial contínuo. Com investimentos em serviços, tecnologia e informação, busca-se assegurar o diagnóstico precoce, o acesso ao tratamento adequado e a melhoria na qualidade de vida das pessoas com doenças raras no Brasil.

Rede Especializada de Atenção às Pessoas com Doenças Raras

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Atualmente, a rede especializada em doenças raras conta com 36 serviços distribuídos em 15 unidades federativas, sendo: 1 na Região Norte, 10 no Nordeste, 5 no Centro-Oeste, 12 no Sudeste e 7 no Sul. Destes, 27 são Serviços de Referência em Doenças Raras e 9 são Serviços de Atenção Especializada.

Entre janeiro de 2023 e novembro de 2024, foram habilitados 14 novos estabelecimentos, expandindo a rede de 22 para 36 serviços, um crescimento de 64%.

Essa expansão inclui a criação e ampliação de Centros de Referência em diversas regiões do país, a capacitação de profissionais de saúde e o fortalecimento do diagnóstico precoce para reduzir os impactos da progressão das doenças raras.

O Governo Federal também implementa a Linha de Cuidado para Pessoas com Condições Raras, com o objetivo de organizar o fluxo assistencial, integrar e articular todos os pontos de atenção e definir as intervenções necessárias em cada etapa do atendimento. 

Inovação e Tecnologia

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Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde, por meio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), aprovou a inclusão de 18 novos medicamentos, produtos e procedimentos voltados para o tratamento de doenças raras. Esse processo segue em constante evolução, garantindo que novas terapias sejam avaliadas e disponibilizadas para a população por meio do SUS. Esta ação é essencial para assegurar um diagnóstico precoce, um tratamento adequado e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. 

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Disponibilidade de Medicamentos no SUS

O SUS disponibiliza mais de 152 medicamentos para doenças raras, sendo 96 medicamentos específicos para 54 doenças raras e quatro novos medicamentos que serão financiados pelo Ministério da Saúde

Além dos medicamentos, os tratamentos não medicamentosos são financiados por meio dos blocos de Média e Alta Complexidade e pelo Fundo de Ações Estratégicas e Compensação. Os recursos são repassados pelo Ministério da Saúde aos estados, municípios e ao Distrito Federal, que os administram conforme as necessidades locais.

Acesse a lista de medicamentos

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Mais ações do Ministério da Saúde

  • Publicação de 62 documentos, incluindo Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), Protocolos de Uso e Diretrizes Brasileiras/Nacionais, fornecendo orientações essenciais aos profissionais de saúde sobre diagnóstico, tratamento, reabilitação e assistência farmacêutica;
  • Mais de 162 mil procedimentos realizados entre 2014 e 2024, totalizando um repasse superior a R$ 73 milhões;
  • Lançamento do Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE) em 2024, facilitando consultas e exames especializados no SUS, reduzindo burocracias e garantindo financiamento federal para estados, municípios e o Distrito Federal.
  • Criação da Câmara Técnica Assessora de Doenças Raras (CTA) para fortalecer o desenvolvimento da política nacional para doenças raras, promovendo discussões e aprimorando as diretrizes para o atendimento desses pacientes no SUS.

Conheça mais sobre as doenças raras 

Vanessa Rodrigues
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde avança com novas obras e entrega de UBSI em Roraima

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Nesta quinta-feira (30), o Ministério da Saúde inaugurou mais uma Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI), desta vez no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Leste de Roraima (RR). A unidade recebeu investimento de R$ 606 mil e vai beneficiar diretamente mais de 50 pessoas. Do tipo I, a UBSI conta com tecnologia avançada, incluindo equipamentos para exames rápidos e telemedicina, e será a principal referência de atenção primária à saúde para a aldeia Milho, do povo Macuxi. 

A entrega faz parte de um conjunto recente de obras de saneamento e infraestrutura na saúde indígena, que somam investimento de R$ 9,3 milhões e já beneficiaram mais de 5 mil pessoas. Nesse pacote, também foram entregues três Sistemas de Abastecimento de Água (SAA) no DSEI Alto Rio Solimões e, nos DSEI Médio Rio Solimões, Cuiabá e Leste de Roraima, três UBSIs, respectivamente. 

Os recursos são do Novo PAC Saúde, que, pela primeira vez, destinou uma carteira exclusiva de investimentos em infraestrutura para a saúde indígena, no valor de R$ 335,9 milhões. 

Segundo o diretor do Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena, Bruno Cantarella, as entregas fazem parte da estratégia do Governo do Brasil para fortalecer a saúde nos territórios indígenas. 

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“Cada UBSI entregue representa mais do que uma obra concluída — é a presença concreta do governo nos territórios, garantindo acesso digno à água de qualidade e contribuindo para o enfrentamento de doenças. Também assegura melhores condições de trabalho para as equipes de saúde e mais conforto para os pacientes”, destacou.  

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Para o primeiro semestre de 2026, estão previstas 38 obras em 19 DSEI, com impacto direto na vida de cerca de 30,9 mil pessoas. Dessas, 12 já foram concluídas e entregues. O investimento total é de R$ 48,3 milhões. 

“Os investimentos do Novo PAC Saúde marcam uma mudança de escala na infraestrutura da saúde indígena. Estamos avançando com planejamento e respeito às especificidades locais para levar água de qualidade, saneamento e unidades de atendimento que transformam a realidade de milhares de pessoas”, concluiu. 

Programa Nacional de Saneamento Indígena 

No início de abril, mês dedicado aos povos indígenas, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, o lançamento do Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI), voltado à ampliação do acesso à água potável e ao saneamento básico nas aldeias. Para 2026, a estimativa é de R$ 132 milhões para abastecimento de água, R$ 36 milhões para esgotamento sanitário e R$ 19 milhões para manejo de resíduos sólidos, totalizando R$ 187 milhões.  

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Por meio da Secretaria de Saúde Indígena, o Ministério da Saúde é responsável pelas ações de saneamento básico e ambiental nos territórios indígenas, como a preservação de fontes de água, a construção de poços e sistemas de captação em comunidades sem acesso à água potável. As ações também incluem obras de saneamento, projetos de infraestrutura, educação em saúde, destinação adequada de resíduos e controle da poluição de nascentes. 

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O trabalho envolve diretamente as comunidades, com iniciativas de educação em saneamento e troca de conhecimentos, respeitando as realidades locais e fortalecendo a saúde ambiental no território. 

Luiz Cláudio Moreira
Ministério da Saúde  

Fonte: Ministério da Saúde

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