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Movimento nos principais aeroportos da região Sul cresce 6,2% em 2025

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Os cinco principais aeroportos da região Sul do Brasil receberam, entre embarques e desembarques, 7,2 milhões de passageiros nos primeiros quatro meses de 2025, em voos domésticos e internacionais. O número representa um crescimento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 6,7 milhões de passageiros. As informações são do Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa, o aumento da movimentação na região Sul é reflexo do aquecimento da economia. “Estamos em um momento histórico de recuperação, com previsão de crescimento do PIB acima de 2% e menor índice de desemprego já registrado no país. Na região Sul, a retomada da operação do Aeroporto Salgado Filho, com retorno de voos internacionais, deve melhorar ainda mais a taxa de movimentação, sobretudo no inverno”, ressaltou.

O Aeroporto Internacional de Florianópolis, capital de Santa Catarina, apresentou o maior índice de crescimento. Entre janeiro e abril de 2024, foram 1,4 milhão de passageiros, 381 mil a menos que em 2025, quando alcançou 1,8 milhão – um aumento de 26%.

“O aumento de passageiros registrado no Aeroporto de Florianópolis se deve especialmente ao apoio que o terminal ofereceu durante o trabalho de recuperação do estado vizinho do Rio Grande do Sul após as chuvas de maio do ano passado. Uma rede aérea emergencial foi criada para que insumos, donativos e passageiros pudessem ser transportados na região e, dessa forma, mitigar os efeitos provocados pelo fechamento temporário do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre”, explicou a diretora de Gestão Estratégica da Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), Thairyne Oliveira.

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A recuperação do terminal gaúcho – realizada em tempo recorde pelo Governo Federal ao lado do Governo do Estado, Prefeitura e gestão aeroportuária – demonstra sua importância para a economia regional. Fortemente atingido pelas enchentes de 2024, a unidade aeroportuária ficou fechada até outubro daquele ano. A reabertura completa ocorreu em dezembro. A recuperação envolveu mais de 70 contratos firmados e uma média de 700 trabalhadores. Ainda assim, o aeródromo lidera o ranking regional e figura como nono no ranking nacional, com 2 milhões de passageiros em 2025. Entre janeiro e abril do ano passado, foram 2,2 milhões.

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O Aeroporto Internacional de São José dos Pinhais – o principal do estado do Paraná, a 18 quilômetros da capital, Curitiba – teve aumento de 6%, com 1,8 milhão de passageiros, contra 1,7 milhão nos primeiros quatro meses do ano anterior.

Também no Paraná, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu recebeu 735 mil passageiros, 9,2% a mais do que os 673 mil que passaram pelo terminal entre janeiro e abril de 2024. O turismo de natureza destaca-se na região, que conta com atrações como as Cataratas do Iguaçu, a Usina de Itaipu e o Parque das Aves. Foz do Iguaçu fica no extremo oeste do estado, na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Já o Aeroporto Internacional de Navegantes (SC) recebeu 719 mil passageiros, cerca de 9 mil a mais que no mesmo período de 2024. A unidade é próxima a Balneário Camboriú, um dos principais polos turísticos do estado, e do maior parque temático da América Latina, o Beto Carrero World, além de ser próximo a municípios que compõem o chamado Vale Europeu Catarinense.

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Setor aquecido no inverno

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A expectativa é de que, com a queda nas temperaturas durante o inverno, o turismo aqueça o setor aeroviário, gerando mais empregos e renda. Em 2019, antes da pandemia de Covid-19, os cinco principais aeroportos do Sul receberam 7,5 milhões de passageiros entre os meses de junho e agosto e a previsão para este ano é de que essa marca seja superada.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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BRASIL

Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

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Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

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Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

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O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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